Lajedos da Paraíba entram na rota do Circuito Sons das Pedras; veja lista

Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras. Foto: Paraíba Criativa

A Paraíba juntou lajedos e pedras a artistas e músicos e surgiu o Circuito Som nas Pedras. Nove cidades já aderiram à proposta. Um circuito inovador, que une arte e natureza num programa excepcional para turistas.

O lançamento oficial do Circuito será dia 14 de agosto, as 10h, no auditório 1 do Espaço Cultural, em João Pessoa. Na ocasião, o projeto será apresentado à imprensa, representantes das cidades realizadoras e convidados.

Recentemente o secretário executivo de Cultura da Paraíba, Milton Dornella, reuniu na cidade do Congo, representantes dos principais municípios que vão participar do circuito.

A cidade de Boqueirão vai participar pela primeira vez com o Lajedo do Marinho, ponto turístico do município que tem se tornado uma referência na região: “Ficamos muitos felizes com o convite para participação de Boqueirão no Circuito Sons das Pedras. Nosso Lajedo do Marinho é realmente uma obra da natureza que encanta os visitantes. As crocheteiras do Marinho também vão abrilhantar o evento com suas artes ”, disse Nadilsom Valentim e Letinho Lima que representaram a cidade de Boqueirão e o Lajedo do Marinho.

Som nas Pedras

O Som nas Pedras já é um atrativo cultural presente no calendário de eventos de Monteiro. Música e natureza num só lugar, para agradar aos ouvidos e olhos mais exigentes, essa foi a ideia de Josivane Caiano, produtora do Som nas Pedras. Ela explica que a iniciativa foi uma ampliação do evento de mesmo nome realizado na Pedra dos Índios, na cidade de Monteiro, no Cariri, a partir de 2016 pela Rota Cariri Cultural.

Som nas Pedras em Monteiro

“Eu cedi a utilização do nome e a realização do evento para o Governo Estadual para que ele se movimentasse, porque tem muito local bonito na Paraíba. E o evento não precisa ficar estático quando tem muitas possibilidades de circular. Mas continua a proposta de mostrar músicos da Paraíba ou de outros locais, num ponto turístico local com pedras e natureza”, explicou.

Veja a relação:

• Juru – 31 de agosto – Lajedo da Laje Grande 16h30
• Maturéia – 07 de setembro – Pedra do Cabloco – 16h30
• Monteiro – 21 de setembro – Laje das Moças – 16h30
•Teixeira – 28 de setembro – Pedra do Tendó – 16h30
• Princesa Isabel – 05 de outubro – Pedra do Guiné – 16h30
• Congo – 12 de outubro – Lajedo da Barriguda – 16h30
• Cabaceiras – 26 de outubro – Lajedo Salambaia – 16h30
• Serra Grande – 09 de novembro – Lajedo da Paixão – 17h00
• Queimadas – 16 de novembro – Caverna da Loca – Pedra do Vento – 16h30
• Boqueirão – 23 de novembro – Lajedo do Marinho – 16h30

De Olho no Cariri

Informações Blog Bruno Lira

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB