Prefeituras de Sumé e São José dos Cordeiros abrem inscrições para concursos que somam 62 vagas

Três prefeituras começam a inscrever a partir desta quarta-feira (7), para concursos e seleção na Paraíba. Ao todo são oferecidas 71 vagas para as Prefeituras Sumé, Borborema e São José dos Cordeiros, com salários de até R$ 12.188.

Os interessados devem se inscrever através do site da empresa organizadora dos certames, a CPCON.

Confira

Prefeitura de Borborema

A Prefeitura abre inscrições nesta quarta-feira (7), para o processo seletivo com nove vagas  para cargos de de níveis fundamental e superior. Os salários variam de R$ 1.250 a R$ 1,9 mil.

As inscrições devem ser feitas ate às 23h59 do dia 4 de setembro. A taxa de inscrição custa R$ 65 para cargos de nível fundamental e R$ 105 para cargos de nível superior.

As provas estão previstas para acontecer no dia 20 de outubro.

Confira o edital

Prefeitura de São José dos Cordeiros

A Prefeitura de São José dos Cordeiros inscreve a partir desta quarta-feira (7), com 28 vagas e salários de até R$ 12.188. As inscrições podem ser realizadas até o dia 04 de setembro.

As provas acontecem no dia 20 de outubro.

Confira o edital do concurso

Prefeitura de Sumé

A Prefeitura de Sumé inscreve para concurso público com 34 vagas em cargos de níveis médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1,1 mil a R$ 6,6 mil e as inscrições abrem no dia 7 de agosto.

Os interessados podem se inscrever até o dia 4 de setembro. A taxa de inscrição custa R$ 85 para cargos de nível médio ou técnico e R$ 105 para cargos de nível superior.

As provas estão previstas para acontecer no dia 20 de outubro.

Confira o edital 

De Olho no Cariri

Com Click PB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB