Jefferson Roberto conclui plenárias do OD Municipal e população da zona urbana elege prioridades para 2020

Foto: Arthur Araújo

A população da zona urbana de São José dos Cordeiros aderiu ao convite da Prefeitura Municipal e esteve junto ao prefeito Jefferson Roberto, vereadores e secretários municipais discutindo as prioridades da gestão para o orçamento de 2020. Após 12 plenárias na zona rural, o prefeito Jefferson Roberto liderou o último encontro nesta quarta-feira (07), no Clube Asa Branca, e reuniu populares e várias lideranças locais.

Foto: Felipe Diniz

O projeto do Orçamento Democrático Municipal foi implantado na atual gestão e é um mecanismo do governo para junto com a população construir o plano de ações para o ano seguinte. O ODM foi inspirado no modelo de Orçamento Democrático, construído pelo governo socialista no Estado da Paraíba.

Na última plenária do OD em São José dos Cordeiros foram eleitas como prioridades da gestão na zona urbana a reforma da Unidade de Saúde Maria Helena de Brito, mais obras de pavimentação e esgotamento sanitário e investimentos na segurança pública.

O encontro foi liderado pelo prefeito Jefferson Roberto e contou com a participação dos vereadores Damião de Souza e Nozinho, além dos secretários Graça Queiroz, Dayvison Romeryto, Sérgio Sousa, Felício Queiroz, Josilene Araújo, Flávia Dowsley, Valfredo Dantas e Genival Leite. Ainda participou o contador da Prefeitura, Alexandre Aureliano.

Foto: Arthur Araújo

Para o prefeito Jefferson Roberto, o Orçamento Democrático Municipal, a exemplo do que ocorreu no Estado, está se transformando em uma política pública em São José dos Cordeiros e é um instrumento democrático de participação popular nas decisões administrativas da cidade. “Passou o tempo em que o gestor definia no gabinete o que iria fazer com o dinheiro do povo. Vivemos um tempo em que o povo quer ter vez e voz e esse projeto empodera a população na escolha das prioridades de investimento por parte do município”. Jefferson ainda afirmou que não medirá esforços para executar o máximo de prioridades eleitas pela população, tanto na zona urbana como na zona rural.

Além do clube Asa Branca, foram realizadas plenárias do ODM nas comunidades rurais de Pedra Lavrada, Serra da Pelada, Lagoa de Roça, Viveiro, Impueira Funda, Simão Lopes, Roçado de Fora, Algodão, Salão, Barra do Mineiro, Cazuzinha e Mundo Novo.

Ascom
Com informações de Felipe Diniz

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB