Ex-goleiro Bruno ganha benefício do regime semiaberto

A Justiça de Minas Gerais decidiu hoje (19) conceder regime semiaberto domiciliar ao ex-goleiro Bruno Fernandes, condenado pelo homicídio de Elisa Samudio em 2010. A decisão foi proferida pelo juiz Tarciso Moreira de Souza, da Vara de Execuções Penais de Varginha (MG). Bruno deixou a prisão na tarde desta sexta-feira.

Em 2013, Bruno foi condenado a 20 anos e nove meses pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. Conforme a sentença, Bruno foi apontado como autor do assassinato de Eliza, com quem teve um relacionamento e um filho. Ela desapareceu em 2010, aos 25 anos, e foi considerada morta pela Justiça. Na época, o goleiro jogava no Flamengo.

Bruno ganhou direito ao benefício após ter cumprido o tempo necessário para progressão da pena, conforme está previsto na Lei de Execuções Penais (LEP). Ele estava preso desde 2010.

Pela decisão do juiz, o ex-goleiro deverá trabalhar durante o dia e retornar para casa à noite. Ele também está proibido de sair de casa entre as 20h e as 6h, além de frequentar bares e boates.

A decisão do juiz foi viabilizada após a segunda instância da Justiça de Minas ter retirado da ficha prisional de Bruno uma falta grave por uso de celular dentro da prisão. Com a suspensão dos efeitos da punição, o ex-goleiro passou a ter direito ao benefício.

Agência Brasil

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O desembargador José Ricardo Porto, eleito presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para o biênio 2027/2028, afirmou que a celeridade processual será a principal prioridade de sua gestão. Segundo ele, o objetivo é garantir respostas mais rápidas aos cidadãos que recorrem ao Poder Judiciário e aguardam a conclusão de suas demandas.

“Nós vamos priorizar o ponto mais essencial do Poder Judiciário, que é exatamente a celeridade processual. Nós iremos buscar uma resposta para os jurisdicionados, para o cidadão, a cidadã que procura o Poder Judiciário e às vezes não vê o término das suas demandas”, declarou.

Além disso, o  magistrado ressaltou que a atuação do Tribunal deve ter como foco os jurisdicionados, ou seja, as pessoas que procuram a Justiça para reivindicar seus direitos. Para ele, oferecer respostas dentro de um prazo razoável é uma obrigação do Poder Judiciário prevista na Constituição.

“Então a nossa maior preocupação, a nossa linha de atuação será a celeridade judicial para preservar o povo. O povo são os jurisdicionados, a quem, sim, nós devemos atenção, obrigação, na forma da Constituição”, declarou.

Com MaisPB