Polícia captura ‘Romarinho’, alvo do resgate do presídio PB-1

As Polícias Federal e Militares da Paraíba e do Ceará prenderam Romário Gomes Silveira, de 30 anos. Ele era procurado desde setembro do ano passado, quando foi resgatado do presídio PB1, em Jacarapé, na capital paraibana, durante ataque com explosão do portal principal que provocou a fuga de vários presos da unidade.

“Romarinho”, como é conhecido, foi preso nesta sexta-feira (14), em um shopping da cidade de Fortaleza, no Ceará. A prisão dele é resultado de uma operação integrada entre os dois estados, tanto na esfera federal quanto estadual. Ele é o 69º foragido do PB1 recapturado.

Romário Gomes, alvo o resgate, tinha sido preso pela Polícia Militar da Paraíba no dia 6 de agosto, na cidade de Lucena, após atacar um carro-forte juntamente com comparsas, na BR 230, em Cruz do Espírito Santo. Entre o arsenal apreendido com ele, à época, estavam cinco fuzis de grosso calibre, munição, material explosivo e coletes.

Ele foi apresentado na Delegacia de capturas, no centro de Fortaleza.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1