Serra-branquense é assassinado a tiros dentro de casa e polícia acredita em latrocínio

A cidade de Serra Branca amanheceu triste com a notícia da morte de Normando de Rebolo. O serra-branquense foi assassinado em sua própria chácara, na noite desta quinta-feira (13), tendo seu corpo encontrado apenas na manhã desta sexta (14).

Normando recebeu pelo menos três disparos de arma de fogo e segundo populares tiros foram ouvidos por volta das 18h30 desta quinta-feira. Moradores pensaram se tratar de bombas de São João e não se aperceberam o que poderia está ocorrendo. Vale ressaltar que a chácara onde morava Normando fica em lugar reservado, às margens da BR 412.

A reportagem do portal De Olho no Cariri esteve no local do crime e segundo informações da polícia, duas linhas de investigação são as mais fortes para definir a causa do crime.

A principal delas é “latrocínio”, uma vez que a casa de Normando estava revirada e a porta dos fundos arrombada. Os bandidos foram direto ao quarto de Normando e há roubaram alguns objetos, além de deixar tudo bagunçado. É possível que Normando estivesse entrando em casa quando se deparou com os criminosos e neste momento recebeu os disparos.

Ainda assim, a polícia não descarta a possibilidade de execução, especialmente pelas relações financeiras que possuía a vítima.

O corpo está sendo periciado e será levado para o IML para em seguida ser liberado para sepultamento. Não há ainda informações sobre velório e enterro.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1