Polícia Militar faz maior apreensão de armas de fogo do ano e desarticula oficina no município de Serra Branca

A Polícia Militar realizou a maior apreensão de armas de fogo, em uma única ocorrência, neste ano de 2019. Foram 29 armas entre espingardas de diversos calibres, pistola, armas curtas, cartuchos e vários materiais para manutenção e conserto que foram apreendidos nesse sábado (8), na zona rural de Serra Branca, região do Cariri ocidental paraibano. A ação fez parte da Operação Festas Juninas, deflagrada pela PM na última sexta-feira.

Todo o material estava em uma oficina de armas que foi desarticulada pela ação dos policiais da Rondas Ostensivas Táticas com Apoio de Motocicletas (Rotam), do 11º Batalhão. “A partir de uma denúncia anônima, chegamos a um sítio, em uma localidade de difícil acesso, e identificamos o estabelecimento, que servia para conserto e manutenção de armas”, explicou o sargento Cleudo Caldeira, que comandou a ação.

Um homem de 71 anos de idade, dono da propriedade, foi preso. “Ele não reagiu à prisão, disse que várias daquelas armas haviam sido deixadas ali há muito tempo, e que não lembrava quem eram os donos”, contou o policial. No local, a PM encontrou ainda várias peças de armas desmontadas, como coronhas, canos, além de cartuchos, pólvoras, chumbo e espoleta, materiais que são comumente usados para fabricação de munições.

Todo o material, o suspeito preso, e as armas apreendidas foram encaminhados para a delegacia de Monteiro e devem ser investigados.

De Olho no Cariri 

Com informações Parlamento PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1