Dupla é presa no Cariri suspeita de praticar arrastão em granja no município de Olivedos

Dois bandidos, sendo um menor, foram presos pela Polícia Militar (PM) nesta quinta-feira (6) acusados de praticarem um arrastão a uma granja na comunidade rural Lajedo da Boa Vista, zona leste do município de Olivedos, Curimataú  da Paraíba.

Já um terceiro marginal envolvido no assalto conseguiu fugir e está sendo procurado pelas autoridades policiais. Os  presos foram identificados como Bruno Amorim e o adolescente I.Z.L.J, que foram levados à Delegacia de Polícia  Civil (PC) da cidade de Soledade, para lavratura do flagrante delito.

Com eles, a PM aprendeu produtos do roubo, como botijão de gás, forno de microondas, aparelhos de som e de TV, roupas e armas, a exemplo de duas espingardas, um revólver, um facão e uma faca.

Informações de uma fonte da PC repassadas dão conta de que os marginais  seriam da cidade de Campina Grande

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1