Polícia prende empresário suspeito de matar radialista e crime teria sido motivado por briga envolvendo relógio

Um empresário suspeito de matar o radialista Joacir Oliveira Filho, na noite dessa quinta-feira (30), em Campina Grande, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, no início da tarde desta sexta-feira (31). Em depoimento, Roberto Vicente Correia do Monte confessou o crime.

De acordo com a chefe da delegacia de homicídios de Campina Grande, Suelane Souto, o crime foi praticado, a princípio, por motivo fútil. Segundo informações da própria polícia, o crime teria sido motivado por uma briga envolvendo um relógio.

O radialista Joacir Oliveira Filho, 35 anos, foi assassinado com um tiro no peito na noite. O crime aconteceu dentro do Restaurante da La Paloma, no centro da cidade. Ele era filho do locutor esportivo Joacir de Oliveira, que faleceu em 2014 vítima de uma embolia pulmonar decorrente de um transplante de coração.

Joacir chegou a ser socorrido pelo Samu para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1