PM susta possível assalto em Serra Branca; jovens são de Sumé e foram apreendidos com arma e munições

EXCLUSIVO: A Polícia Militar de Serra Branca sustou o que poderia ser um assalto na manhã desta quinta-feira (30). Os policiais flagraram dois jovens em atitude suspeita e ao abordá-los encontrou com eles uma mochila contendo uma espingarda calibre 12 e duas munições intactas.

Roupas encontradas na mochila dos menores

Segundo relato do capitão Cláudio à reportagem do portal De Olho no Cariri, os dois jovens estavam no trevo de acesso a Serra Branca, no bairro dos Pereiros, quando foi visto por uma viatura que passava pelo local. Os policiais os abordaram e mesmo tentando se desfazer da mochila, a PM conseguiu flagrar e nela encontrou a espingarda, duas munições intactas, uma delas já na arma, além de duas bermudas e duas camisetas.

Os suspeitos foram conduzidos a Delegacia de Polícia Civil e constataram se tratar de menores de idade naturais da cidade de Sumé. Eles tinham apenas 15 anos. O Conselho Tutelar foi acionado para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1