Paraibana é assassinada em São Paulo e polícia aponta namorado como suspeito

Um homem matou a namorada no último domingo (26), na Zona Norte de São Paulo. Eliana Pinheiro Fernandes, 43 anos  era da cidade de Catolé do Rocha, na Paraíba, e foi assassinada dentro de casa.

Ela foi encontrada morta pela irmã dentro da casa do casal.

Vizinhos informaram que ouviram uma discussão pouco antes do crime acontecer. Ainda de acordo com informações,  Antônio não se conformava com a relação da vítima com um primo, que sempre a pegava no trabalho e também não se conformava com o fim da relação.

Ele enviou mensagens para vítima com ameaças.  “Se você quiser uma vida de luxo eu vou te dar, mas se você quiser uma vida de inferno eu também vou te dar. O suspeito segue foragido.

O corpo de Eliana foi levado para cidade de Catolé do Rocha, onde está sendo velado. O sepultamento acontece nesta quinta-feira (30).

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1