Bandidos arrombam casa, furtam objetos e bebem cachaça antes de irem embora em cidade do Cariri

Uma verdadeira onde de assaltos vem sendo registrada em diversas comunidades rurais do município de Monteiro, localizada no Cariri da Paraíba. Os assaltos à residências estão se tornado frequentes e vem aterrorizando os moradores da zona rural do município.

Nesta última sexta-feira(24) bandidos roubaram mais uma residência, desta vez na comunidade do Olho D`água do Silva. Os criminosos arrombaram a porta dos fundos da casa e saquearam vários alimentos, botijão de gás, ferramentas e utensílios da casa. Os bandidos tiveram a audácia de antes de irem embora, de beber uma cachaça para comemorar a ação criminosa.

O fato foi registrado na 14ª Delegacia Seccional da Polícia Civil de Monteiro.

De Olho no Cariri

Informações O Pipoco

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1