Bandidos invadem residência e levam veículo em Sumé; crime já é o segundo nas últimas 48 horas

Mais uma residência foi invadida por criminosos no município de Sumé, desta vez na zona rural do município. O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira(22) no Lote 24 no perímetro irrigado.

Os bandidos adentraram na residência e levaram uma televisão, utensílios domésticos, além de um veículo Strada de cor prata de 3 portas de placa QFA 1736 de João Pessoa-PB.

A Polícia Militar foi acionada e quem tiver informações do veículo pode entrar em contato com os seguintes números: (83) 99967-6569/ (83) 99937-2510.

Este é segundo roubo e invasão que foi registrado no município de Sumé nas últimas 48 horas.


De Olho no Cariri
Com informações de Jacqueline Oliveira (95 FM)

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1