Mulher é presa suspeita de prostituir a filha de dez anos por R$ 20, na Paraíba

Uma mulher foi presa neste domingo (19) suspeita de prostituir a filha de 10 anos por R$ 20, no bairro Costa e Silva, em João Pessoa. A Polícia Militar foi chamada por uma moradora, que foi procurada pela criança

Conforme informações da PM, a mãe, de 28 anos, teria entregue a própria filha para que ela tivesse relações sexuais com um homem em troca do dinheiro, que seria usado para comprar drogas.

O fato aconteceu na noite do sábado (18) e, segundo a criança, a mãe teria a obrigado a manter relações sexuais com o homem, por R$ 20, dentro de um carro. Depois disso, a criança fugiu e pediu ajuda a uma moradora, que chamou a polícia e prendeu a mulher. Ela foi levada para a Central de Flagrantes e, em seguida, foi levada para a Delegacia da Mulher. Ela está presa na carceragem da Central de Polícia.

O Conselho Tutelar procurou a família da criança e ela foi entregue ao pai, na cidade de Alhandra. A mulher tem outros três filhos e a polícia investiga se ela também aliciava os outros filhos.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1