Homem é preso em flagrante após tentar matar a própria mãe com golpes de faca peixeira na Paraíba

Um homem de 23 anos de idade foi preso em flagrante na tarde desta quinta-feira (02) em Itaporanga, no Sertão do Estado, depois de tentar matar sua própria mãe a facadas. Wiliam Rosa Diniz chegou a desferir alguns golpes de faca peixeira contra sua mãe, Inês Rosa Diniz, de 55 anos.

O caso foi registrado na casa da família, no bairro da Bela Vista, em Itaporanga. Segundo informações levantadas pela polícia, houve uma discussão entre mãe e filho que culminou nas agressões.

A mulher, ferida com golpes de faca, foi socorrida e encaminhada para o hospital da cidade. Posteriormente, ela foi transferida para o Hospital de Trauma de Campina Grande devido à gravidade dos ferimentos.

A Polícia Militar foi acionada logo em seguida ao crime e conseguiu prender o acusado em flagrante, ainda com a arma do crime. O rapaz foi levado pela guarnição até a Delegacia de Polícia Civil. Ele foi ouvido e autuado por tentativa de homicídio, sendo levado depois para a Cadeia Pública de Itaporanga, onde está à disposição da Justiça.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1