Polícia Militar encontra drogas e armas e prende chefe de ‘boca de fumo’ em cidade do Cariri

Uma guarnição da Rotam da Polícia Militar de Monteiro, sob o comando do Tenente Borges, efetuou na manhã desta sexta-feira (26) a prisão de um homem, após uma abordagem de rotina no veículo do acusado. Na abordagem, foi constatado irregularidades na documentação.

Após a Polícia Militar ir então na residência do acusado, os policiais encontraram e apreenderam um revólver, além de drogas e dinheiro. De acordo com o Tenente Borges, o homem preso, é chefe de uma “Boca de fumo” na Vila Santa Maria “Papa”, na cidade de Monteiro, Cariri da Paraíba.

Além de drogas e dinheiro, os policiais apreenderam, 01 revólver marca Rossi, calibre 38, oxidado n° de série F138431, 12 munições intactas calibre 38, aproximadamente 200 gramas de maconha, 51 invólucros (pinos) de cocaína, 03 celulares Samsung, R$ 289 reais em cédulas variadas e uma 01 moto Honda fan 150, placa PEM-3238-PE.

O acusado foi levado para a Delegacia de Policia de Monteiro onde ficará detido até segunda ordem.

De Olho no Cariri

Informações O Pipoco

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1