Pedro Cunha Lima coloca nome para disputar prefeitura de Campina

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) colocou nome à disposição do seu grupo político, nesta segunda-feira (22), para disputar a Prefeitura de Campina Grande nas eleições 2020. O parlamentar chegou a dizer que se sente “frustrado” como deputado por muitas vezes não conseguir dar andamento a propostas na Câmara Federal.

“Meu nome está à disposição. É impossível para um campinense não ser apaixonado e louco por Campina e para quem está na vida pública não buscar essa oportunidade no Executivo. É algo que eu sofro uma frustração muito grande no Legislativo. Tem grande peso estar em um colegiado de 513 deputados, querer fazer um monte de coisas e não conseguir. Ficar só no discurso e apresentação de projetos”, destacou.

Entretanto, de acordo com o tucano, a decisão deve passar pelo prefeito Romero Rodrigues (PSDB), sem imposições de nomes. “O prefeito Romero é um fator decisivo nessa condução. É uma liderança da cidade que vem executando uma brilhante gestão. Acredito que ele irá conduzir essa conversa que, na minha visão e na dele, não pode haver imposições. Alguém chegar e dizer: o candidato sou eu e acabou. Acho que essa conversa tem que ser coletiva”, pontuou.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1