Elementos roubam moto no interior do Pernambuco e após perseguição policial, moto é recuperada na cidade de Sumé

Elementos que roubaram uma moto Bros vermelha, placa PGJ 0169, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe foram vistos seguindo em direção à cidade de Jataúba, no agreste de Pernambuco. A Guarda Civil Comunitária de Jataúba foi acionada e iniciou uma perseguição aos suspeitos, os quais só pararam na entrada da cidade de Sumé, no Cariri paraibano.

Ao chegar em Sumé, um grande efetivo composto por guarnições da Polícia Militar do Congo e Sumé realizaram o cerco aos meliantes, que após mais uma perseguição e pressão dos policiais, os elementos abandonaram a moto e entraram em um matagal.

A Polícia Militar da Paraíba iniciaram as buscas aos suspeitos e um deles foi capturado. A moto foi recuperada juntamente com dois celulares, que provavelmente foram produtos de roubos no estado do Pernambuco.

Segundo informações vindas da Polícia Militar, o jovem pernambucano capturado, confessou que seu comparsa conseguiu fugir em uma motocicleta Honda Fan 150 de cor preta, possivelmente retornando a cidade de Jataúba, no Agreste do Pernambuco.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1