Policial militar aposentado mata ex-esposa em Paranaguá, diz PM

Um sargento aposentado da Polícia Militar (PM) matou a ex-esposa em Paranaguá, no litoral do Paraná, na manhã deste sábado (20), de acordo com a corporação. Depois, conforme a PM, ele cometeu suicídio.

A PM informou que foi chamada por volta das 8h para atender uma situação de disparos de arma de fogo. O feminicídio aconteceu na casa da vítima, que se chamava Jocileine Siqueira e tinha 29 anos.

Quando os policiais militares chegaram ao local, os vizinhos relataram que os dois tinham brigado. A equipe da PM, então, encontrou a mulher baleada.

Segundo a PM, depois de ter matado Jocileine, Sidnei da Rosa Silva foi para a casa dele e se matou. Os policiais apreenderam a pistola usada pelo sargento. O Instituto Médico-Legal (IML) recolheu os corpos, e a Polícia Civil está investigando o caso. Ainda não se sabe qual foi o motivo do crime.

O sargento estava aposentado há mais de um ano, conforme a PM. Ele tinha 48 anos.

Com Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1