Suspeito de matar a esposa com golpe de faca na Paraíba é preso e confessa crime

O homem suspeito de matar a companheira com um golpe de faca foi preso horas após o crime, na manhã desta sexta-feira (19), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Ana Priscilla do Rego Viana, de 31 anos, foi morta próximo a um terreno baldio e o corpo dela foi encontrado dentro de uma construção abandonada. Cleonildo Poncio Leon de Oliveira, de 39 anos, confessou o crime e disse que o fez por ciúmes, conforme o delegado Diego Garcia.

O suspeito foi preso a caminho de caso por policiais da Delegacia da Mulher. O crime aconteceu no mesmo bairro da prisão e o homem já teria agredido a mulher outras vezes, conforme testemunhas contaram à polícia.

A polícia informou que a vítima já denunciou o companheiro pelo menos duas vezes na Delegacia da Mulher. A família dela também já havia denunciado o suspeito. No entanto, por ele não ter residência fixa, a localização dele foi dificultada. O casal tem um filho de um ano.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1