Homem preso por matar e queimar namorada no Cariri é torturado na cadeia

Um homem preso na cadeia pública de Soledade, no Cariri Paraibano, foi socorrido e levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, no fim da manhã desta terça-feira (16). De acordo com a Polícia Civil, o preso foi torturado por outros presos da cadeia.

Alison Bruno, 21 anos, está preso desde o dia 3 de abril por força de um mandado de prisão. Ele foi apontado como autor do crime que vitimou Ana Katarina, 17 anos, morta em junho de 2018.

Alisson foi agredido por outros presos dentro da própria cadeia. O Grupo Penitenciário de Operações Especiais (GPOE) precisou ser acionado para entrar na cadeia e retirar Alisson. Ainda segundo a Polícia Civil, as agressões foram tantas que Alisson não conseguia mover o corpo nem falar.

Ele foi levado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo o Hospital de Trauma de Campina Grande, o estado de saúde do preso é regular e estável.

Quatro detentos da cadeia foram levados para delegacia de Polícia Civil de Soledade, como suspeitos das agressões contra os presos. Eles foram indiciados, ouvidos e voltaram para cadeia pública.

De Olho no Cariri

Informações Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1