Polícia prende em João Pessoa acusado de assassinar gerente da empresa ‘Leite Cariri’

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira (4), em João Pessoa, Márcio Cardoso Belo, de 40 anos, acusado de assassinar Pedro Bezerra Cabral, gerente da empresa Leite Cariri, no último dia 28 de março, no município de Caturité.

Pedro foi assassinado em sua propriedade Rancho Alegre com um tiro no pescoço que penetrou o crânio. Uma espingarda foi roubada da residência no dia do crime.

Desde a data em que o corpo da vítima foi encontrado, um árduo trabalho foi desenvolvido pela polícia para montar o quebra-cabeça, pois o crime foi praticado em um lugar desabitado e sem testemunhas ou outras fontes de provas.

O Núcleo de Homicídios, 11ªDSPC, colheu diversos depoimentos, analisou denúncias anônimas de pessoas que passavam próximo ao local, e realizou monitoramento de suspeitos, quando então chegou ao verdadeiro autor do latrocínio, que ao ser ouvido em uma unidade prisional em João Pessoa, confessou com riquezas de detalhes a autoria do crime.

Márcio informou a polícia que matou a vítima sem querer. Afirma que se dirigiu à casa de Pedro com uma espingarda de fabricação artesanal e com uma meia calça cobrindo o rosto, com o objetivo de roubá-lo. A vítima estaria cortando capim no curral, quando foi abordado por trás, sendo anunciando o assalto. Márcio relata que o conduziu até a residência, e no momento em que Pedro abria a porta, acabou fazendo um movimento para trás, provocando o disparo que atingiu a sua nuca.

O suspeito confessou ainda que após a vítima ser atingida, ainda entrou na casa e roubou uma espingarda de cartucho, que vendeu posteriormente. Márcio se encontra preso, à disposição da justiça.

Informações com Blog do Márcio Rangel

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1