Tentativa de assalto a carro-forte deixa vigilante ferido e provoca pânico na UEPB, em Campina Grande

Alunos, professores e funcionários da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vivenciaram na manhã desta segunda-feira (1) uma situação totalmente incompatível com o que se espera de um ambiente destinado à educação: um tiroteio, resultado de um assalto a um carro-forte, deixou um segurança ferido e assustou quem estava no Campus I da instituição, em Campina Grande.

De acordo com as primeiras informações, bandidos explodiram um carro-forte que trazia malotes de dinheiro para abastecer a agência bancária localizada na Central de Integração Acadêmica.

Durante a ação, além do barulho da explosão, a troca de tiros entre os criminosos e os seguranças provocou medo e correria no local. Muitos alunos e funcionários se esconderam nas salas de aula, chegando a fazer barreiras nas portas com mesas e carteiras.

Com a correria, algumas pessoas ficaram feridas e foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros. Um segurança também ficou ferido depois de ser atingido por um tiro na perna.

A Polícia Militar foi acionada e até as 10h30 permanecia no local. Os criminosos conseguiram fugir levando os malotes de dinheiro. A quantia levada ainda não foi divulgada.

Com PB Online

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1