Menina de 12 anos é estuprada por onze homens em casa abandonada no Rio de Janeiro

Uma menina de 12 anos foi estuprada no último dia 4, durante o carnaval, em uma casa abandonada no Morro do Carvão, em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio, onde havia “cerca de 11 homens” que, segundo a Polícia Civil, têm envolvimento com o tráfico de drogas.

De acordo com a 50ª DP (Itaguaí), um deles – identificado como Jorge Luis da S. Peres – foi preso em Santa Cruz, na Zona Oeste da capital, nesta terça-feira.

Jorge é acusado de ter participado do estupro coletivo, que foi filmado pelos abusadores. Mais três suspeitos foram identificados e estão sendo procurados. Diligências estão em andamento.

A Polícia Civil informou ainda que a vítima estava num baile funk e foi obrigada, “por alguns traficantes”, a ingerir bebidas alcoólicas e a se despir. Em seguida, foi levada para o local onde foi abusada sexualmente.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1