TROTE: Polícia Militar cerca universidade de CG após ameaça de ‘massacre’

Policiais militares cercaram uma universidade particular de Campina Grande, na tarde desta segunda-feira (25), após a ameaça de um ataque semelhante ao que ocorreu no município Suzano. Todos os alunos foram revistados e não foi encontrado nenhum objeto ilícito.

Carros da PM impediram a saída de estudantes enquanto a revista acontecia. A assessoria da instituição afirmou se tratar de uma ‘brincadeira de mau gosto’ feita por um aluno. Ainda de acordo com o diretor, Diego Gadelha, o responsável pela ameaça foi identificado e já foi intimado a comparecer à unidade.

De acordo com testemunhas, diversos estudantes foram surpreendidos enquanto estavam em aula e se desesperaram com a informação. Nas redes sociais, circula a informação que seria um aluno do 4º período de um curso da unidade, o que não foi confirmado pela faculdade.

O suspeito de realizar a ‘brincadeira’ teria afirmado que faria ‘a mesma coisa que fizeram em Suzano’, além de enviar foto com uma arma para um grupo que participava com outros estudantes.

Com Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1