Serra-branquense é assassinado por engano por policial em São Paulo

Um serra-branquense foi assassinado por engano por um policial militar na cidade de Boituva, em São Paulo. André da Silva Galdino, de 37 anos, já morava em São Paulo há dez anos e é uma pessoa bastante conhecida e querida por lá. Ele é filho do popular Zé Galdino do sítio Duas Serras.

Na madrugada deste domingo (24), ele estava alcoolizado quando foi abordado por policiais, que ao perceber que ele estava com um objeto na mão, determinou que ele se rendesse e lançasse-o ao chão. André teria feito um sinal, provavelmente em tom de brincadeira, de que estava armado e iria revidar a polícia, momento em que o PM atirou contra ele e o fez cair ao chão.

A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. A polícia constatou que a arma era um simulacro. Pessoas relataram que André era um homem trabalhador, muito querido na região, mas bebia e gostava de algumas brincadeiras e que possivelmente esse poderia ser o motivo da fatalidade.

Arma falsa

Conforme a Polícia Civil, após o disparo o homem soltou a arma e caiu no chão. Os policiais se aproximaram e viram que ele ainda apresentava sinais vitais.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou o homem até o Hospital São Luiz. Em seguida, ele foi transferido para um hospital de Sorocaba, porém não resistiu.

A polícia informou ainda que depois do disparo, os policiais perceberam que o objeto que o homem portava era um simulacro de arma.

As armas dos dois policiais foram apreendidas para exames residuográficos. O simulacro também foi apreendido. A Polícia Civil vai investigar o caso.

De Olho no Cariri
Com G1

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1