Carga irregular de autopeças com destino a Campina Grande é apreendida no Cariri

Uma carga com 130 caixas de autopeças desacompanhadas de nota fiscal foi apreendida por auditores fiscais do Posto Fiscal de Alcantil, localizado na BR 104, no Cariri paraibano. A carga estava sem o Danfe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica). O caminhão vinha de São Paulo e o destino da mercadoria sem nota fiscal era a cidade de Campina Grande.

O flagrante aconteceu durante uma operação de rotina do Posto de Alcantil, que fica na divisa com o Estado de Pernambuco. Os auditores lavraram o auto de infração com a contabilidade de R$ 148.148,14 , gerando um recolhimento de crédito tributário no valor de R$ 40.000,00 para os cofres do Estado, sendo R$ 26.666,66 de ICMS e outros R$ 13.333,33 de multa.

O valor da multa em caso de autuação é 100% sobre o valor da alíquota cheia de ICMS (18%) aplicada à mercadoria, mas caso seja paga em até 30 dias cai para 50%.

Os auditores fiscais da 3ª Região da Receita Estadual, com sede em Campina Grande, têm intensificado as operações com o intuito de combater à sonegação fiscal na região de Campina Grande, além de inibir o transporte de mercadorias sem documentação fiscal, pendente ou com nota inidônea.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1