Suspeito de envolvimento com tráfico é preso pela PRF em cidade do Cariri

Um homem de 31 anos foi preso, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, uma semana após sair do presídio, onde estava detido, também por tráfico. As informações foram repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que realizou a prisão em um trecho da BR-104, no município de Barra de Santana, no Cariri paraibano, no final da noite de segunda-feira (18).

A ação fez parte da Operação Lábaro, que está em andamento em todo o país com o objetivo de intensificar as ações de enfrentamento ao crime organizado.

O homem detido foi localizado durante uma fiscalização, quando policiais deram ordem de parada para uma dupla, que seguia em um carro, mas que desobedeceu à ordem da PRF e fugiu.

A polícia seguiu a dupla e conseguiu prender um dos suspeitos, mas o outro fugiu em direção a um matagal. Durante a ação, a PRF apreendeu cerca de 500 gramas de cocaína.

O homem detido já havia sido preso pela PRF em Mamanguape no ano de 2016, também por tráfico de drogas e teria saído do Penitenciária Raimundo Asfora, conhecida por presídio do ‘Serrotão‘, em Campina Grande, há oito dias, conforme informou a PRF. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil de Queimadas.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1