Padrasto é preso suspeito de estuprar enteada por seis anos na Paraíba

Um homem de 53 anos foi preso na manhã desta terça-feira (19) suspeito de estuprar, durante seis anos, a própria enteada. O crime aconteceu entre os seis e 12 anos de idade da vítima, que tem 13 anos atualmente, e era promovido na casa onde vítima e suspeito moravam, no município de Sertãozinho, Agreste paraibano, a 120 quilômetros de João Pessoa.

A Polícia Civil informou que o mandado de prisão contra o suspeito foi emitido após o término das investigações e ele foi localizado na casa onde começou a morar após se separar da mãe da vítima.

Preso, ele foi encaminhado a 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, em Guarabira, onde prestou depoimento e foi levado à Penitenciária João Bosco Carneiro.

Com Portal Correio

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1