46 mil eleitores vão às urnas neste domingo escolher o novo prefeito de Cabedelo

As eleições suplementares de Cabedelo acontecem neste domingo, dia 17, após um processo conturbado em que o prefeito da cidade e vários vereadores foram presos no âmbito da operação Xeque Mate, da Polícia Federal.

Segundo informações divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB),  mais de 46 mil eleitores, distribuídos em 32 locais de votação, estão aptos a votar. Serão138 seções eleitorais, no total.

Foram convocados 552 mesários e 32 Técnicos para apoio logístico na votação.

A geração de mídias e preparação de urnas aconteceu na última terça-feira (12), no Núcleo de Voto Informatizado (NVI) de João Pessoa, na Avenida Hilton Souto Maior, s/nº, Bairro José Américo, João Pessoa/PB.

Com PB Agora

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1