Atiradores matam ao menos 49 em mesquitas na Nova Zelândia; ataque foi transmitido ao vivo por matador

Pelo menos 49 pessoas morreram e outras 48 ficaram feridas em ataques simultâneos em duas mesquitas nesta sexta-feira (15) na Nova Zelândia. Um homem usou um rifle automático para atingir os fieis e transmitiu o massacre, ao vivo, pela internet. O vídeo mostra ele atirando sem parar enquanto caminhava.

Ao menos quatro pessoas envolvidas nos ataques foram detidas: três homens – dos quais um seria australiano – e uma mulher. A polícia local informou, porém, que não está descartada a hipótese de que outros agressores estejam envolvidos e, portanto, foragidos.

Um dos alvos do ataque contra a comunidade muçulmana foi a mesquita de Linwood, que estava lotada com mais de 300 pessoas, no subúrbio de Linwood, em Christchurch.

Outra mesquita atacada foi a Masjid Al Noor, ao lado do Parque Hagley. Relatos indicaram novo tiroteio no local.

Dos 49 mortos até agora, 48 morreram baleados nas mesquitas e um foi levado com vida, mas morreu em um hospital. Não foi divulgado ainda as identidades das vítimas.

A polícia confirmou que localizou um carro-bomba estacionado na Strickland Street, a cerca de 3 km do Hagley Park.

Com Revista Fórum

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1