Polícia captura fugitivo da Cadeia Pública de Sumé

Policiais militares do 15º Batalhão e Agentes da 12ª DSPC prenderam, no Centro de Lagoa Seca, um dos seis fugitivos da Cadeia Pública de Sumé, no Cariri.

A captura do foragido, João Francisco de Pinho, de 23 anos, aconteceu às 20h30 deste sábado (09), pela guarnição do Tenente Correia, comandante da 2ª Companhia e agentes da Delegacia de Alagoa Nova.

Na ocasião “Joãozinho” estava numa moto Honda Broz, com placa de Pernambuco, e acompanhado de uma adolescente de 17 anos de idade.

A fuga ocorreu no último dia 03 de março. Eles fizeram um buraco na cela e tiveram acesso ao espaço do albergue provavelmente usando escovas dentais.

Os fugitivos arrombaram ainda uma tela recém colocada no pátio do albergue e pularam um muro. Quanto a “Joãozinho”, ele é de Alagoa Nova e estava na Unidade (Cadeia de Sumé) desde 09 de setembro do ano passado por crime de roubo.

Com Hora 1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1