Homem é morto a facadas e corpo é colocado sentado na varanda de casa, na Paraíba

Um homem foi morto a facadas e seu corpo colocado na entrada da sua casa, na tarde desta sexta-feira (8), no município de Cuité, interior da Paraíba. A família da vítima se deparou com o o homem de 33 anos sentado, já sem vida, na varanda da residência.

A vítima foi identificada como Adriano Alves de Macedo, de 33 anos. Ele morava com a família no Sítio Brandão, zona rural da cidade. O corpo de Adriano apresentava ferimentos ocasionados por faca além de lesões similares a pedradas.

Ainda não há informações sobre quem poderia ter praticado o crime. De acordo com informações repassadas pela polícia, Adriano tinha sido preso, acusado de matar o próprio irmão a facadas, junho de 2012.

Com Portal T5

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1