Homem mata avó da esposa a facadas e tenta matar mulher e sogra na Paraíba

Um homem foi preso suspeito de matar a facadas a avó da esposa e esfaquear a mulher e a sogra, na noite deste sábado (24), em Areial, no Agreste paraibano.

As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Trauma em  Campina Grande. A mãe da sogra do suspeito, Maria Alves Cordeiro, de 78 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.  Cíntia Cordeiro Sampaio, de 33 anos, e Marinete Belo Cordeiro, de 55 anos, continuam internadas.

O suspeito manteve as vítimas como reféns dentro de casa, mas a filha dele, conseguiu fugir e pedir ajuda. A Polícia Militar foi até a residência e após um momento de negociação e de muita apreensão, o homem se entregou.

De acordo com a sargento Rosimere, que atendeu a ocorrência, ao entrar na casa, o homem estava em silêncio, segurando uma faca de açougue de aproximadamente 14 polegadas e as vítimas trancadas no banheiro.

“Quando a porta do banheiro se abre, ví uma das cenas mais horríveis: as três mulheres completamente ensanguentadas. Elas pediam por socorro. Foi uma cena muito forte, muito chocante”, narrou a policial militar.

O suspeito morava no Rio de Janeiro e voltou para Areial há poucos dias.

Com Blog do Márcio Rangel

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1