Prefeito Célio Barbosa diz que é cedo, mas dá pistas de seu candidato em 2020; ASSISTA O VÍDEO

O prefeito Célio Barbosa foi entrevistado neste sábado no programa Ponto de Vista da Serra Branca FM e falou sobre os preparativos finais para o carnaval em São João do Tigre. O gestor ainda respondeu ao final sobre política e deu pistas sobre o candidato que representará seu grupo.

Segundo Célio, ainda é cedo para antecipar e divulgar nomes, mas 90% de seu grupo sabe quem deverá ser seu candidato e pensa unido em torno dos interesses maiores de São João do Tigre.

Célio destacou que em recentes pesquisas internas mais de 80% da população aprova seu Governo e fatalmente estará unidos em torno do candidato que não representa interesses particulares, mas o projeto que começou a ser construído desde sua eleição.

Assista a declaração no De Olho na TV:

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DE OLHO NO CARIRI

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1