Envolvido no homicídio de secretário municipal de Parari é preso em Mato Grosso do Sul

A Polícia Civil, por meio da Delegacia da Comarca de Serra Branca vinculada à 14ª Delegacia Seccional de Monteiro, deu cumprimento na manhã desta quinta-feira(21), o mandado de Prisão Temporária expedido em desfavor de Cristiano Ferreira Leite, de 30 anos.

Cristiano Ferreira segundo investigações feita pela Polícia Cívil, seria o principal suspeito do homicídio que vitimou o Secretário de Infraestrutura de Parari, Adriantônio  Cavalcante de Queiroz, ocorrida no dia 28 de novembro, quando dois homens em uma moto abordaram a vítima e efetuaram vários disparos contra o secretário.

O mandado de prisão temporária expedido pela Polícia Civil (PC) ocorreu nesta quinta-feira (21) em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

De acordo com investigações da PC, Cristiano Ferreira era o garupa e atirou contra Adriantônio juntamente com o piloto da motocicleta, que já está preso na Penitenciária Padrão, em Campina Grande. Cristiano Ferreira deverá permanecer no Mato Grosso do Sul até ser viabilizada a sua transferência à Serra Branca.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1