Suspeito de praticar ataques a bancos no Nordeste é preso em cidade do Cariri

Um homem de 34 anos foi preso na zona rural do município de Boqueirão, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento com ataques a bancos e aos Correios, em vários estados do Nordeste. A prisão foi realizada pelas polícias civis da Paraíba e de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (14), em cumprimento de um mandado de prisão temporária da comarca de Santa Cruz do Capibaribe.

De acordo com o delegado da Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande (DRF-CG), Victor Melo, o homem preso é natural do município de Queimadas, no Agreste da Paraíba, e estaria escondido desde uma ataque a dois bancos e ao batalhão da Polícia Militar da cidade de Santa Cruz do Capibaribe, ocorrido no dia 19 de outubro do ano passado. Nesta ocasião, o delegado lembrou que o cunhado do suspeito morreu após confronto com a polícia.

Na tarde desta quinta-feira, o homem foi encaminhado para um presídio no Recife, em Pernambuco, onde deve responder pelos crimes de roubo qualificado e organização criminosa.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1