EXCLUSIVO: Prefeito Cosme Gonçalves deverá pedir licença e vice Hélder Trajano assumirá Prefeitura de São João do Cariri

EXCLUSIVO: O prefeito Cosme Gonçalves (DEM) decidiu que vai tirar uma licença de 3 a 6 meses para tratar de sua saúde e para garantir a governabilidade no município de São João do Cariri. O gestor vem enfrentando um processo impetrado pelo Ministério Público que pede a interdição de seu mandato, por entender que ele possui Alzimer e não está em condições de administrar o município.

Segundo confirmou uma alta fonte do governo, o afastamento se deu por decisão da própria família do gestor, que preferiu preservar sua saúde e oportunizar um tempo para ele possa fazer um tratamento sem se preocupar com a pressão feita pelo transcorrer do processo judicial e das demandas administrativas da Prefeitura de São João do Cariri.

A confirmação da licença, segundo as informações colhidas com exclusividade pelo portal De Olho no Cariri, foi dada pela própria esposa e primeira dama do município, Socorro Ferreira, a pessoas próximas do governo. O documento com o pedido de licença deverá ser assinado até o início da próxima semana.

O processo impetrado pelo Ministério Público junto à Justiça está transcorrendo de forma célere e o prefeito já teria uma audiência na próxima quarta-feira (20). A missão de administrar São João do Cariri ficará a cargo do jovem vice-prefeito Hélder Trajano, que terá pela frente a árdua missão de reorganizar a administração municipal.

Nossa reportagem tentou contato com o vice-prefeito Hélder Trajano para confirmar a licença do prefeito Cosme, mas nossas ligações não foram atendidas.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1