Sem pagar pensão alimentícia, cantor da banda Karkará é preso após apresentação em Esperança

O cantor e sanfoneiro da banda campinense Karkará – O Pipoco do Trovão – foi preso na madrugada desde domingo em um cumprimento à um mandado de prisão da 1ª Vara da Família de Campina Grande por não está quitando os débitos do acordo de pensão alimentícia dos filhos.

O artista foi detido em uma ação conjunta das policiais Civil e Militar de Esperança, logo após um apresentação da banda que ocorreu em um bar da cidade.

A ordem de captura, foi assinada pelo Juiz Cláudio Pinto Lopes desde o último dia 09 de janeiro.

José Georgivan da Silva Lopes, o “Vam Trubudo”, deverá ficar recolhido em regime fechado durante um período de 30 (trinta) dias, na Penitência Jurista Agnello Amorim (Monte Santo) até que todos os valores pendentes sejam quitados.

VEJA ORDEM DE PRISÃO:

Com Blog do Márcio Rangel

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1