Em Soledade: Mãe garante que filho acusado de assalto é inocente e lamenta prisão

O jovem, Pedro Henrique, 18 anos, residente em Soledade, foi preso nesta quarta-feira (6), por determinação do juiz  da Comarca de São João do Cariri, acusado de assalto, crime praticado em outubro do ano passado, no município  vizinho de Gurjão.

No entanto, a sua mãe, Temiza Gonçalves da Rocha, manteve contato com a redação e garante que o seu filho é  inocente e que nunca roubou nada de ninguém.

Ela também garante que no dia do assalto, Pedro Henrique estava em casa, na cidade de Soledade e que tem mais  testemunhas que comprovam o fato.

“Meu filho nunca esteve nesse lugar onde supostamente foi roubada essa moto. Porque nesse dia, ele estava aqui em  casa. Era até o Dia das Crianças. Tenho inúmeras testemunhas que ele não saiu de Soledade naquele dia. Enquanto  quem mata e rouba está solto, quem trabalha está preso. Meu filho estava trabalhando, prenderam ele no trabalho,  não foi vagabundando, não”, desabafa a matriarca.

Dona Temiza pede que a pessoa que está acusando seu filho, coloque a mão na consciência. E repense, pois a vida não é assim, não. “Temos que ver as coisas antes de fazer uma acusação dessa sem provas”, conclui.

Com Heleno Lima

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1