Polícia Civil apreende menor com mais de 100 cédulas falsas na cidade de São João do Cariri

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de São João do Cariri (pertencente à 14 DSPC/MONTEIRO), apreendeu, na manhã desta sexta-feira(08), um menor de 16 (dezesseis) anos, em uma residência no centro da cidade de São João do Cariri, com 100 (cem) cédulas de R$ 10,00 (dez reais) falsificadas.

Através de denúncias anônimas, agentes da policia civil receberam a denúncia que havia uma pessoa em São João do Cariri com notas falsas na cidade. Dando prosseguimento ao caso, foram até uma residência no centro da cidade e junto, atuaram em fragrante o jovem sãojoense menor de idade, que em momento, confessou ser o responsável pelas notas falsas.

Por ser menor de idade, o jovem foi atuado e lavrado em desfavor do referido menor infrator o devido procedimento policial pela prática de ato infracional análogo ao crime contra a fé pública – Moeda Falsa.

Ainda segundo a policia civil, o jovem confessou que iria repassar as notas falsas para o comercio local e da região do cariri paraibano. As investigações continuarão para descobrir quem teria dado as notas falsas ao jovem sãojoense.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1