Morador de rua é morto e outro ferido a pedradas em Campina Grande

Um homem em situação de rua acabou morrendo após ser agredido durante a madrugada desta quarta-feira (06) no bairro José Pinheiro em Campina Grande. Outro homem que também vive em situação de rua ficou ferido na mesma situação.

A polícia informou que perto do homem assassinado foram encontrados pedaços de madeira e paralelepípedos que podem ter sido utilizados durante o crime. Moradores da região acionaram a polícia para averiguar a situação e encontrou o homem já morto.

O homem identificado como Daniel Augusto da Silva, de 30 anos, foi encontrado ferido pela polícia. Ele foi socorrido e levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com informações da assessoria do hospital, ele está consciente e orientado e ficou ferido na região torácica.

Já o corpo do homem que foi assassinado, foi levado até o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) e vai passar por exames para esclarecer a causa da morte.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1