Com 42 votos, Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado

O senador Davi Alcolumbre (DEM) foi eleito neste sábado (02) como presidente do Senado Federal. O parlamentar recebeu 42 votos. De forma surpreendente, o resultado veio após a desistência do também senador Renan Calheiros (MDB), que era apontado como favorito para a disputa desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, anulou o voto aberto e definiu o voto secreto na eleição.

Mesmo tendo retirado sua candidatura, Renan Calheiros recebeu cinco votos na segunda votação. Ele se ausentou e não participou da escolha do presidente. O candidato Espiridião Amim recebeu 13 votos, Ângelo Coronel foi escolhido por oito votos, Reguffe recebeu seis votos e três votaram em Fernando Collor.

“Desejo todo o sucesso e todo o êxito, não existe mais candidaturas, existe o Senado da República e está sob sua responsabilidade conduzir essa Casa com autonomia e intrepidez”, disse o senador José Maranhão (MDB).

Davi Alcolumbre iniciou a vida política em 2001, quando foi eleito vereador. Em 2003, o parlamentar se tornou deputado federal pelo estado do Amapá, e em 2007 conseguiu a reeleição, assim como em 2011. Já no ano de 2015, o parlamentar se tornou senador também pelo estado.

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1