Adriano Galdino é reeleito e comandará a presidência da ALPB por quatros anos

O presidente do primeiro biênio, Adriano Galdino (PSB), também presidirá a mesa diretora do 2º mandato. Na eleição antecipada, realizada nesta sexta-feira (01), Galdino colocou seu nome na disputa e venceu com 23 votos. A vitória veio após o pedido de Tião Gomes (Avante), que desistiu de concorrer com Hervázio Bezerra (PSB), que recebeu 13 votos.

Galdino evitou falar após a vitória e se limitou a dizer que os trabalhos estavam encerrados e na segunda-feira (04), haverá a mensagem do governador João Azevêdo (PSB), que acontecerá às 14h30 na Casa.

Anteriormente, havia a definição de que Adriano iria concorrer, em chapa única, a presidência da mesa diretora na AL para o primeiro e Hervázio, o 2º biênio. O governador João Azevêdo (PSB), chegou inclusive a referendar o nome de Hervázio para a liderança do segundo biênio.

A mudança ocorreu ainda nessa sexta (01) quando Tião surpreendeu ao revelar que, mesmo com o apoio da bancada da oposição, não iria mais disputar com Hervázio. O socialista pediu que, ao invés de ter seu nome concorrendo, Galdino aceitasse concorrer com o ex-líder da base governista.

Confira mesa eleita para 2 biênio

Presidente: Adriano Galdino

1º vice-presidente: Tião Gomes

2º vice-presidente: João Henrique

3º vice-presidente: Felipe Leitão

4º vice-presidente: Galego de Souza

1º secretário: Nabor Wanderley

2º secretário: Bosco Carneiro

3º secretário: Dra Paula

4º secretário: Anderson Monteiro

1º suplente: Camila Toscano

2º suplente: Moacir Rodrigues

3º suplente: Caio Roberto

4º suplente: Walber Virgulino

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1