Homem comete suicídio por enforcamento na cidade de Serra Branca

Mais uma tragédia acontece no cariri paraibano e entristece toda uma família no município de Serra Branca. Foi encontrado na manhã desta sexta-feira, dia 01 de fevereiro, na Rua Enedina Pereira Gaião no Bairro do Odonzão, o corpo de José Ronaldo Nunes de Sousa, de 52 anos.

Ronaldo cometeu suicídio por enforcamento em sua residência provavelmente na noite desta quinta-feira. Informações apuradas pela nossa equipe de jornalismo, Ronaldo morava sozinho, mas durante o dia sempre ia para casa da sua filha no bairro do Pilão. Nesta quinta(31), Ronaldo foi embora durante a tarde deixando a sua moto na casa da filha.

Notando a ausência do Pai na manhã desta sexta-feira, a filha Rafaela Nunes, foi então na casa do pai no bairro Odonzão, ao ver que a porta estava fechada, Rafaela resolveu então, chamar um vizinho para arrombar a porta, mas quando ao olhar pela fechadura da porta, viu a triste cena do pai enforcado na sala da casa.

Ronaldo Nunes já havia recentemente desaparecido e a família estava com medo de que ele tivesse se afogado em alguma barragem, mas apareceu dois dias depois. A polícia militar de Serra Branca aguarda a chegada do IML para remoção do corpo.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1