em reunião, oposição concentra votos em um único candidato à presidência da ALPB

Na tarde desta quarta-feira (30), menos de 48h antes da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a bancada de oposição da Casa decidiu quem receberá os 12 votos do bloco. No dia 14 de janeiro, em João Pesso, o encontro entre os 12 deputados oposicionistas decidiram que a bancada votará de forma unida.

Os 12 deputados decidiram apoiar Adriano Galdino (PSB) para presidir a Casa no primeiro biênio. De acordo com a bancada de oposição, o socialista os procurou para dialogar sobre a votação, assim como, sobre a composição de cargos na mesa e comissões parlamentares.

No primeiro encontro, os parlamentares decidiram que não lançariam nome para disputar a presidência da Casa e posteriormente ao processo de eleição dos membros da Mesa, iriam dialogar sobre a liderança da bancada na ALPB. O nome deverá ser divulgado na próxima semana.

Já para o 2º biênio, os oposicionistas ainda não decidiram de qual forma irão votar e quem será o parlamentar a receber os votos dos integrantes da bancada. Tião Gomes (Avante) e Hervázio Bezerra (PSB) estão na disputa.

Fazem parte da bancada de oposição os deputados:
Anderson Monteiro (PSC), Cabo Gilberto Silva (PSL), Caio Roberto (PR), Camila Toscano (PSDB), Dra Paula Francinete (PP), Eduardo Carneiro (PRTB), Galego de Souza (PP), João Henrique (PSDB), Manoel Ludgério (PSD), Moacir Rodrigues (PSL), Raniery Paulino (MDB), Tovar Correia (PSDB) e Wallber Virgolino (PATRI).

Com PB Agora

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1