EXCLUSIVO: Secretário Kléber Ribeiro pode estar de malas prontas para retornar à Câmara de Serra Branca

Corre nos bastidores políticos de Serra Branca que o secretário de agricultura e obras, Kléber Ribeiro, está com as malas prontas para deixar a secretaria e reassumir sua cadeira na Câmara de Vereadores no início dos trabalhos já no mês de fevereiro.

A motivação seria a insatisfação do governo com os vereadores que formam a bancada de situação, que nem votam nas matérias do Governo, nem muito mens defende a gestão das acusações que são feitas pelos opositores. Kléber Ribeiro, que por longo período foi líder do Governo Dudu, especialmente nos tempos em que havia fortes críticas à gestão, pode está sendo visto pelo prefeito Souzinha como a solução para não deixar o Governo sem defesa junto ao segundo poder da cidade.

O possível retorno de Kléber Ribeiro à Câmara de Vereadores deixaria de fora do mandato o suplente Egberto Ferreira. Há ainda rumores de insatisfação do Governo com Egberto, que apesar de ter assumido a vaga com a saída de Kléber segue orientações do vice-prefeito Joda Zuza e seu filho, o vereador Diógenes Sales.

Nossa reportagem tentou contato com o secretário Kléber Ribeiro, mas ele não foi encontrado para comentar as especulações. Aliança por um fio Fala-se ainda nos bastidores políticos que esse retorno de Kléber à Câmara pode ser o estopim para o rompimento político de Souzinha com Joda, cuja relação já anda para lá de estremecida.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1