João Azevêdo anuncia novos secretários de sua equipe de governo

O governador eleito João Azevêdo (PSB) iniciou, na manhã desta sexta-feira (28), transmissão ao vivo na qual anuncia os novos nomes para compor seu secretariado a partir de janeiro de 2019. A transmissão acontece ao mesmo tempo pelos perfis de João no Facebook e Instagram.

Entre as pastas cujos anúncios vêm sendo bastante aguardados, estão a Secretaria de Segurança e da Defesa Social e a Secretaria de Cultura, além de indiretas, como Companhia Docas da Paraíba, Companhia Estadual de Habitação Popular da Paraíba (Cehap) e Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), entre outras.

João ressaltou que as cobranças serão muito grandes ao “time” que está sendo nomeado para compor o seu governo. “Já no dia 3 de janeiro, na primeira reunião com o secretariado, nós estaremos cobrando de cada um as metas para o primeiro semestre”, adiantou o governador eleito.

Confira os nomes já anunciados:

Secretaria de Articulação Municipal – Ana Cláudia vital

Secretária de Estado do Desenvolvimento Humano – Gilvaneide Nunes da Silva

Secretaria Executiva de Segurança Alimentar – Roseana Meira

Secretaria Executiva de Desenvolvimento Humano – Francisca Denise

Secretaria de Cultura – Damião Ramos Cavalcanti

Secretário Executivo de Cultura – Milton Dornelas

Codata – Krol Jânio Palitot

Espep – Luciane Alves Coutinho – superintendente

Funad – Simone Jordão Almeida

Lifesa – Carlos Alberto Dantas

Fundac – Noaldo Belo de Meireles

Fundação Casa de José Américo – Viviane Coutinho

Funesc – Marinézia Gomes Tomé

Cehap – Emília Correia Lima

Cagepa – Marcus Vinícius Neves, ex-superintendente da Caixa Econômica Federal

Docas – Gilmara Pereira Temóteo

Aesa – Porfírio Loureiro

PBTur – Ruth Avelino

Junta Comercial do Estado – Simão de Almeida Neto

IPHAEP – Cassandra Figueiredo

Secretaria de Segurança Pública – Jean Francisco Bezerra Nunes

Secretaria Executiva da Segurança – coronel Lamarck

Delegado Geral – Isaías José Dantas Gualberto

Delegada adjunta – Cassandra

Comandante da Polícia Militar – coronel Euller de Assis Chaves

Subcomandante da Polícia Militar – coronel de Almeida Rosas

Comandante do Corpo de Bombeiros – coronel Marcelo Augusto de Araújo

Secretária Executiva de Administração – Jaqueline Gusmão

IMEQ – Arthur Bonfim

Sudema – Fábio Andrade

Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer – José Marco

Secretaria Executiva de Juventude – Priscilla Gomes

Secretário Executivo de Agricultura Familiar e desenvolvimento do Semiárido – Jonildo Cavalcanti, do PCdoB

Secretaria Executiva de Mulher e Diversidade Humana – Lídia Moura, do PMN

Secretaria Executiva de Administração Penitenciária – João Paulo Barros

Secretário Executivo de Energia e do PAC – Robson Barbosa (pasta atrelada à Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos)

Com Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1