REVIRAVOLTA: Lígia é escolhida vice de João Azevedo e passa de adversária à coordenadora de campanha

O pré-candidato do PSB ao Governo da Paraíba, João Azevêdo, anunciou, na noite desta sexta-feira (3), o nome da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) como sua companheira de chapa nas eleições deste ano. A pedetista será apresentada, oficialmente, neste sábado (4), durante a convenção estadual da legenda socialista, que homologará ainda as candidaturas dos deputados federais Veneziano Vital do Rêgo (PSB) e Luiz Couto ao Senado Federal.

A definição do nome de Lígia como vice de João aconteceu durante reunião que contou, ainda, com a participação do governador Ricardo Coutinho, do deputado federal Damião Feliciano (PDT) e do presidente estadual do PSB na Paraíba, Edvaldo Rosas.

Além de anunciar Lígia como sua vice, João Azevêdo revelou que a pedetista coordenará a campanha da chapa na cidade de Campina Grande. “Vamos contar com o trabalho e dedicação de Lígia na nossa chapa e na coordenação da campanha em Campina Grande, cidade em que ele tem inúmeros serviços prestados”, disse.

O que foi dito pelos socialistas, já foi esquecido.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1