Sem água, canal da Transposição sofre deterioração e população teme rompimento

Foto: TV Paraíba/Reprodução

Desde o mês de março o bombeamento das águas da transposição do Rio São Francisco estão paralisadas na Paraíba. A determinação foi do Ministério Público, para que as obras nas barragens de Poções, em Monteiro, e Camalaú, na cidade de mesmo nome, sejam finalizadas.

Porém, a falta de água nos canais está causando transtornos pois agricultores da região, que deveriam ser beneficiados, dizem que o líquido não chega na região e que o canal da transposição está se deteriorando.

Pelo menos 64 moradores da Vila Produtiva Lafaiete, criada como forma de indenização dos agricultores que tinham terras onde o canal da transposição passa, ainda não conseguiram produzir nada com as águas da transposição. Muitos deles estão abandonando a zona rural para ir morar nas cidades por causa do desabastecimento.

A água que abastece a vila é trazida em carros-pipa pela empresa executora da obra. Segundo os moradores, as caixas de água das casas são abastecidas com água de má qualidade e pouca quantidade.

Foto: Sargento Neto/Arquivo pessoal

O eixo leste do canal da transposição já passa por reparos na parede do canal, que recebe concretagem depois que placas de cimento cederem e se soltarem. O emboque do túnel Monteiro apresenta problemas na estrutura que está cedendo, mesmo sem água passando no local, há 4 meses.

O medo dos moradores é de um possível rompimento do canal.

Com Paraíba Online e Campina FM

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1